A Pescanha - reunião de velhos
amigos ao pé de uma fogueira gaúcha regada a muita conversa, muita bóia
campeira e um pouquito de canha - surgiu como com o objetivo de resgatar histórias
e estórias que marcaram época. Evento restrito aos homens – únicos seres
inteligentes que nutrem amizade verdadeira (lembram da piadinha onde duas
peruas se encontram na rua e rasgam elogios mútuos... quando se afastam tratam
de remoer a inveja e destacar os defeitos uma da outra. E.. os homens, quando
se encontram, chamam um ao outro de FDP, viado.... putote. Quando se afastam, pensam:
esse cara é dez... que cara gente fina... esse aí é meu irmãozão!). Pois bem, pelas
descrições de muitos dos participantes concluirás que se tratam de viadotes. Mas, gostaria de deixar claro que não
tenho nenhum amigo viado – pelo menos não desses que dão a bunda. E,
antes que algum engraçadinho venha querer me deixar mal... eu mesmo faço: eu não
tenho nenhum amigo viado porque não gosto de concorrência! (autofecundação – se
é para me ferrar... eu mesmo faço). Mas, em resumo: a Pescanha é, como bem
definiu o compadre Régis, a maior junção de bêudos sem-noção da República.
Para produzir este texto, foi junto de uma garrafa de vinho ou algum gnomozinho? kkkk. Muito legal o texto.
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