domingo, 27 de outubro de 2013

Zé Agnaldo

Bueno.
Vou fazer umas breves considerações sobre a "Pescanha 2013". Como sou novato e não participei das outras (dãh), então vou utilizar outras lidas campeiras que faço, como parâmetro.
Achei que tinha muito barro pra pouca chuva (ou seria muita chuva pra pouco barro);
Não trouxemos nenhum "dourado" pra casa ( Eu disse dourado e não mijado);
Só vi cachorro (não tinha nenhuma "dolly");
Rojão em porta de caminhão é covardia (pior que mijada);
Café da manhã somente com feijão mexido, queijo, salame, pão, chimia, morango e etc (tinha até achocolatado);
E pra concluir R$120,00 por 3 dias é um absurdo.

Enfim, como sou um homem esperançoso e confio nos amigos, estou disposto a ser convidado para o próximo "Pescanha", para ver se sai melhor organizado.

Mas falando sério, achei show de bola, MEUS PARABÉNS AO VALDOVINO, voltei uns 3kg mais gordo pra casa, ao PUTÃO DO NILTON,  e ao PUTOTE DO ELIAS ( não desmerecendo os outros) mas esses tres fizeram a diferença.
No mais, todos os participantes com suas contribuições e mijadas, só tenho a agradecer pelo excelente fim de semana.

VALEU GURIZADA!!!! Forte abraço.

Zè Agnaldo.

Fofão

Na realidade a minha seriedade se deu em razão de estar economizando o meu figado, por causa de uma esteatose hepática, que pode vir a se tornar uma cirrose, mas se Deus quiser isto passa.(não é doença contagiosa - passa de ir embora) Tentei me controlar, mas no sábado resolvi chutar o balde.
Só pra esclarecer, não houve nenhum stress entre eu e o negrinho. 
Ta tudo numa boa. 
Tanto ele, como eu sabemos que bom cabrito não berra. 
Claro que estou dormindo com um olho aberto (e não é o olho do cú).
Ele ter me chamado de putão dos infernos, é uma forma carinhosa dele expressar seu carinho e afeto por mim.
Pena que vcs não viram a cara e o desespero dele quando comecei a mija-lo (to escrevendo e to rindo). 
O atolador de Feliz, quase infartou rindo.
Pra mim tirando o chopp quente na sexta, tudo estava as mil maravilhas.
O Elias e o Nilton estão de parabéns pelo recanto que eles arrumaram pras nossas pescanhas.
Só pra informar, quero permissão pra ir acampar com a família lá.
Voltei no sábado, porque estava com dor de cabeça e garganta, e não iria ser uma boa companhia.

Valeu a parceria de todos.

Paulo "Fofão" Cavalcanti

Réplica do Nilton

Bueno,
O tri-compadre Régis, promovido de Ratão a Capivara - tem razão. Nessa pescanha tivemos duas pessoas que trabalharam de mais:
  1. o Elias que trabalhou de servente de pedreiro, mestre de obras, instalador de cobertura (e ajudando instalar a cobertura foi quando ele quebrou o dedo e cortou a verilha numa folha de zinco, aliás, segundo ele, só não decapitou o pinto porque tava pro outro lado);
  2. e o Alessandro Valdovido, o Ratatuille dos Pampas, que foi o “gerente” da pescanha: encomendou as camisetas, arrecadou as verbas, comprou os mantimentos (foi comprar em Sertão as carnes por ser mais em conta e com isso não deixar cara a pescanha) e, para completar, fez as bóias de comer rezando;

Claro, não foram só eles: o Cassiano, por exemplo, conseguiu o chopp mais barato e emprestou a metade dele do gerador (somos sócios no gerador – e acho que se eu tivesse levado apenas a metade não funcionaria); o Argentino (Diegão) que com o seu caminhão transportou grande parte da parafernália e, ainda, salvou o compadre Régis do afogamento (já pensou se esse diabo se afoga.... teríamos que interromper a pescanha para ir no velório)....

Mas, o importante é que cada um colaborou de sua maneira: o Zé Agnaldo com a sua animação; o Tonho com sua musicalidade; o Rafael com suas declamações quase boas; o pessoal de Feliz com suas felicidades; o corage com seu espírito desbravador; o Zico, o Lago e o corage com seu espírito aventureiro... arriscando destruir as camionetes; o Régis com sua viola e suas músicas que ninguém conhece mas todos curtem; a familia Boscardin com sua parceria e histórias de caçadas; Os irmão godos, o Mário, o Ronaldo... com as histórias do passado; o fofão com sua costumeira “viadagem” (putão dus infernos, bicha enrustida); os nativos (Elacir, Carlos... com sua parceria – o Elacir forneceu o porco carneado e aquela carne especial de sábado a noite), o companheirismo do Julio, Valdir, guto, gaiteiro... e tantos outros; a barbeiragem do Militão ao atolar o meu jeep. Enfim, todos colaboram de alguma forma.
Agora, podemos fazer algumas alterações para o próximo evento... Mas, não podemos abrir mão do Ratatuille dos Pampas no comando da cozinha. Eu já sabia da qualidade do fioton... mas, muita gente ficou impressionado com o gabarito do guri! Isso, faça sol ou faça sol... tem que permanecer inalterado.

Tenho dito, gaúchos e gaúchos de todas as querências.

Régis

Buenas pessoal,
Como todo mundo sabe que sou chato, vou falar as coisas que eu gostei e que não gostei na pescanha desse ano. E já tô pronto prá levar pedrada!
Em primeiro lugar, o lugar! O rio é muito bonito, o local foi perfeito, até demais! O galpão antigo já está muito bom, e vocês construíram ainda aquele pavilhão, que ficou melhor do que nós merecemos! Quando estiver bem pronto, não vai nem ter graça acampar. Parabéns pelo investimento, pelo esforço e pela recepção!
A turma desse ano, repetindo os malas das outras edições e acrescentando mais uns viventes, foi muito bacana! O Ronaldo, que segundo ele próprio é uma inutilidade em acampamento, já que não sabe cozinhar, fazer churrasco, fazer mate, fazer fogo, armar barraca, pescar, caçar, atirar, jogar pôquer, dirigir jipe, não bebe e não fuma, tava meio atrapaiado no começo, mas logo começou a desfiar as histórias de antigamente, e mostrou no que ele é bom: tem uma memória prá lembrar as besteiras que a gente fez a vida toda!
O pessoal de Feliz, que tava muito Feliz! Tão Feliz que quase acabaram com o chopps! E com o jipe do Nilton! Tinha os outros que eu conheço mas não lembro o nome! O gaiteiro fã do Mano Lima e que tentou diversas vezes declamar umas poesias seriamente, o amigo argentino que me resgatou do fundo do rio (só isso já dá uma história), o violeiro que sabia tudo de pôquer, e até o Mário (que Mário?), amigo velho não tão velho que ainda não tinha participado das pescanhas!

O Júlio sempre pronto a cortar repolho, Valdir e seu Renault meio cego (não enxergou a camionete, o barranco e o galpão). O Elias levou até o fuzil de pressão... O Zé Agnaldo então... revelou-se coreógrafo, showman, animador de torcida, cantor, jogador de pôquer. Os amigos da civil que eu não vou lembrar o nome agora (Rafael e... ). E o Paulo Corazza, assistente sênior de reboque de viaturas em dificuldades.

Os outros eram tudo pescanheiros veteranos, Capitão Cassiano sempre camuflado prá guerra, Cristiano e sua engenhoca de assar porco inteiro, o mestre Valdovino que dessa vez caprichou tanto na bóia que até agora tô com vontade de fazer um carreteiro. Godo com o copo de chopp vulcanizado na mão, o kiki meio desarvorado porque a muié deu um pé na bunda (literalmente).
E os compadres Fofão e Nilton, que depois que anos se namorando, se desentenderam por uma mijadinha de nada... Aliás, o compadre Fofão tava tão sério no primeiro dia que todo mundo achou que estava doente. Foi só fazer uma caipirinha com morango de Bom Princípio que o advogado tigre incorporou a mulher maravilha e desandou a fazer besteira. O Nilton, que ainda tava de ressaca, não gostou e deu merda. Ou melhor, deu mijo.
O que eu não gostei da pescanha? Alguns parceiros não puderam chegar no primeiro dia (eu entre eles), outros não puderam ficar até o domingo, perderam a noite de sábado que foi a melhor janta dos últimos tempos. E o chopp tava mais gelado no sábado!
Talvez a gente possa acertar melhor no ano que vem em um feriado, prá realmente conseguir ficar os três ou quatro dias que a pescanha merece! Também a gente podia dividir melhor as tarefas, o Valdovino ficou praticamente sozinho com a responsabilidade de comprar os mantimentos, as camisetas, organizar o caixa, e ainda fazer a comida.
Mas a pescanha é isso mesmo, um monte de marmanjo se reunindo prá beber, contar história, beber, comer churrasco, beber, pescar uns lambaris, beber, dar risada, beber, jogar carta, beber...

Com certeza estou esquecendo de alguém, mas é que na segunda garrafa de cabernet as idéias começam a embaralhar...
Régis

Nilton


Gurizada,

Gostaria, antes de tudo, de agradecer a participação de todos (pescanheiros veteranos e novatos), mas, especialmente, ao meu amigo Elias que se empenhou muito – trabalhou mais que burro emprestado - para conseguirmos realizar o evento e, por conta de alguns contratempos familiares, não pode estar presente em todos os momentos da pescanha.
Essa foi, sem dúvidas, dos quatro eventos já realizados, o que teve maior participação (maioria de novatos).
Aqueles que participaram do evento pela primeira vez já puderam ter uma ideia de como foram os outros. Senão vejamos:

1.      O negrinho tomou todas no primeiro dia e passou os outros dias tentando se recuperar;☺
2.      O Régis Re-comprovou ser cruza do Mister Magoo e Mister Bean (e agora descobrimos ascendência de capivara); ☺
3.      Teve revelação de talentos musicais, piadistas e declamadores (mais a participação do artista global – marido da Percéfani); ☺
4.      Revelação de piloto off road (que consegue atolar o jeep em 5 segundos); ☺
5.      Teve tombos e carros atolandos; ☺
6.      Teve o Ratatouille dos Pampas arrasando nas bóias (denovo); ☺
7.      Teve crianças velhas brincando no barro com brinquedos grandes e caros; ☺
8.      Teve a participação do simpático “guapo”; ☺
9.      Teve toda a parafernália do fofão;
10.  Teve momentos memoráveis e momentos para serem “deletados”; ☺

Bueno, foram tantas coisas boas que daria para fazer um livro. Mas, o mais importante foi a satisfação de rever amigos, tomar uns tragos (no meu caso uns quantos tragos) em boa companhia, comer bem, rir muito e ficar livre do estresse por um bom tempo.

Valeu gurizada. E... para aqueles que gostaram e quiserem rever os amigos: até a Pescanha 2014!!

Negrinho (e antes que algum egraçadinho faça... eu mesmo faço: Negrinho, agora seco... mas ainda fedendo a mijo!!)

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Como chegar

Buenas,
            Para garantir a chegada:
  • Chegando no trevo de acesso a pontão/carazinho (a BR285 passa por baixo do acesso a Pontão) podem zerar o odômetro e seguir em direção à Pontão. 


  • Sigam 21km desse trevo (que passa sobre a BR285) até chegar ao acesso que tem uma plaquinha indicando “Arvoredo” (bem nos silos que tem à direita) CUIDADO: esses 21km tem muitos, mas muitos buracos – quem sabe estejam tapados até lá...;




  • Então, saiam do asfalto entrando a direita na estrada de chão (no total andarão mais 16Km). A uns dois quilômetros depois que saíram do asfalto a estrada principal fará uma curva acentuada a esquerda – tem uma placa Granja Cendron – sigam pela principal, ou seja, façam a curva e NÃO sigam reto (estradinha menor);



  • Depois dessa curva é só não sair da principal. Irão passar ao lado da comunidade chamada SAGRIZA (passarão pela esquerda da comunidade). Depois dessa comunidade, acho que dará mais uns 3km até o acesso a PESCANHA – entrar a direita (tem um pinheiro e uns eucaliptos bem no acesso – propriedade do JOÃO GALERA);


  • Se você chegar na ponte... é porque tu passou do acesso. Terá que voltar uns 800m e, voltando, o acesso será a esquerda. 

Chegando no acesso – propriedade do João Galera – passarão entre um Galpão e a casa dele... desçam uns 800m até o acampamento.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

TRF-4 mantém suspenso abate de javalis em SC



O TRF da 4ª Região negou recurso do Ibama e manteve a suspensão do abate de uma fêmea de javali e sete filhotes pertencentes a um morador de Santa Catarina.
O dono dos animais ajuizou mandado de segurança na Justiça Federal de Florianópolis (SC) após o Ibama apreender os javalis e autuá-lo por introduzir espécie animal exótica no país, sem parecer técnico oficial e licença expedida pela autoridade competente. Segundo o Ibama, "os javalis são espécies invasoras com alto potencial de causar danos aos animais nativos e domésticos e também a lavouras".
O autor alega que não teve oportunidade de defesa e que os bichos não são javalis e sim uma mistura de porcos comuns com porcos do mato. Ele também sustenta que é pobre e com baixa escolaridade, tendo os animais para a sua sobrevivência. Explica que é diarista e os cria para sua alimentação.
Após sentença mantendo o auto de infração, mas suspendendo o abate, proferida pela Vara Federal Ambiental de Florianópolis, o Ibama recorreu, insistindo haver caráter predador do animal. O relator do processo, desembargador federal Luís Alberto d’Azevedo Aurvalle anulou a sentença, entendendo que a decisão extrapolou o pedido do autor.
O acórdão ressaltou que o mandado de segurança só é possível com a existência de prova pré-constituída, o que só seria possível se tivesse havido processo administrativo com direito de defesa do autor. O relator determinou que seja instaurado processo administrativo e, conforme a decisão, o proprietário então busque a Justiça. Os animais deverão permanecer vivos até a conclusão do processo administrativo. (Proc. nº 5023573-44.2012.404.7200).

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Ponto de chegada

Pessoal,

Prá quem ainda não conhece, esse é o ponto de entrada da Pescanha

Clique no link abaixo

Casa do Seu João

Régis

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Prolegômenos

A Pescanha - reunião de velhos amigos ao pé de uma fogueira gaúcha regada a muita conversa, muita bóia campeira e um pouquito de canha - surgiu como com o objetivo de resgatar histórias e estórias que marcaram época. Evento restrito aos homens – únicos seres inteligentes que nutrem amizade verdadeira (lembram da piadinha onde duas peruas se encontram na rua e rasgam elogios mútuos... quando se afastam tratam de remoer a inveja e destacar os defeitos uma da outra. E.. os homens, quando se encontram, chamam um ao outro de FDP, viado.... putote. Quando se afastam, pensam: esse cara é dez... que cara gente fina... esse aí é meu irmãozão!). Pois bem, pelas descrições de muitos dos participantes concluirás que se tratam de viadotes. Mas, gostaria de deixar claro que não tenho nenhum amigo viado – pelo menos não desses que dão a bunda. E, antes que algum engraçadinho venha querer me deixar mal... eu mesmo faço: eu não tenho nenhum amigo viado porque não gosto de concorrência! (autofecundação – se é para me ferrar... eu mesmo faço). Mas, em resumo: a Pescanha é, como bem definiu o compadre Régis, a maior junção de bêudos sem-noção da República.

domingo, 15 de setembro de 2013

Alguns Participantes (escrevinhado pelo Nilton)



SOBRE O RÉGIS:

O compadre Régis é daqueles que se contar o que acontece com ele, ninguém acredita! Cruza de Mister Magoo com Mister Bean. É o desastre em pessoa. Se tu achas que é impossível alguém estar pedalando morro acima e quebrar uma das pedaleiras... e cair com tudo no varão... trincando os bagos... É porque tu não conheces o Régis! Se tu achas que é impossível alguém em pleno inverno estar pedalando (com a mesma bicicleta) em alta velocidade pela BR 285 – com ‘manta’ enrolada no pescoço – e a manta enroscar na roda da frente... sendo o maior “pialo” na história de Lagoa Vermelha... É porque tu não conheces o Régis! Se tu achas que é impossível alguém, por pelo menos três vezes, tentar passar por uma porta de vidro fechada, sem abri-la... É porque tu não conheces o Régis! Não bastasse isso, se tu achas impossível alguém, após ter arrebentado o nariz numa dessas portas de vidro, resolver passar antisséptico spray no nariz, sem fechar os olhos... É porque tu não conheces o Régis! Se tu achas que é impossível alguém, no primeiro salto de paraquedas... (...) Bom, vou deixar esse assunto e outros tantos para a Pescanha. Mas, como nos filmes... no final tudo sempre dá certo!! 

 

SOBRE O FOFÃO:

O Fofão – que ganhou esse apelido por conta de uma festa à fantasia – e um daqueles raros pescadores que não teme o frio, o que lhe rendeu o sub-apelido: advogado tigrão. Não sei se é por pura teimosia ou pelo excesso de camada adiposa... mas, frequentemente, como já mencionou o Régis, é visto de sunga... dentro dos rios, com água até o pescoço... brigando com um lambari (o lambari sempre vence). É o contraste em pessoa. Se por um lado se “boleia” na água gelada, no barro e onde precisar... por outro se mostra de uma frescura irretocável: é o único membro da Pescanha que já levou chuveirinho e lencinho umedecido para acampamento. Certa vez ele chegou em seu escritório coberto de glitter. A secretária exclamou:
- Dr. Paulo... o senhor está brilhando.
Ele entonou a voz e respondeu:
- meu cliente merece um advogado brilhante!
A secretária, inconformada, retruca:
-mas o seu cliente é um bandido!
E ele, para encerrar o assunto, afirma:
- Negativo! Ele só será bandido no caso de não me pagar meus HONORÁRIOS. Caso me pague, será apenas mais um cidadão vitima da sociedade e desse sistema que oprime os mais pobres!
Essa foi mais uma das histórias verdadeiras do Dr. Fofão... que não aconteceram ainda! 

 

SOBRE O RONALDO BOZZA

Esse é uma figurinha. Mestre dos trocadilhos. Fazia tantos trocadilhos que nós tínhamos medo de que ele de trocadilho em trocadilho, trocadilhasse também de sexo e de nome. Mas, acredito que ele não foi tão radical. Radical mesmo, foi a vez que ele teve o nariz quebrado por conta de um paralelepípedo que se aproximou do nariz dele em alta velocidade. Na verdade foram vários paralelepípedos, mas apenas um quebrou o seu nariz. Foi aquele em que ele enfiou a cara após ter dormido ao relento, num banco de praça, e sonâmbulo mergulhou na calçada! Maiores detalhes... só na Pescanha! Dizem que hoje o apelido dele é “Montanha”... não sei se é por conta dos resíduos que deixa no WC ou por conta da montanha de gel de cabelo que costuma levar na bagagem. 

 

SOBRE O ZICÃO

O Cristiano, vulgo Zicão, é um dos mais renomados engenheiros de Passo Fundo. Tanto é verdade que, após indicação e intervenção do Chico Xavier, ele ajudou projetar e fazer melhorias nos Discos Voadores Classe Alpha de Centaurus. Como prêmio, ele ganhou uma injeção de hormônios geneticamente modificada que mudou a sua vida: descobriu que todos os órgãos do corpo humano têm alguma funcionalidade... e, graças a isso, hoje ele é pai! Há notícias de que ele encomendou uma dose extra para ceder para seu irmão... conhecido como Capitão Gay! 

 

SOBRE O JUVENDIR (GODO)

O godo é uma espécie de cientista maluco. Certa vez ele resolveu testar – junto com outro maluco, que não vou dizer quem fui – se aquelas bicicletas tipo monareta conseguiam andar a 80Km por hora. Quando a moto que rebocava a bicicleta se aproximou da velocidade desejada... foi um estouro medonho! Foi godo para um lado e bicicletas (no plural mesmo, eis que a monareta virou umas 5 bicicletas... ao menos parte delas) para outro lado. Depois disso, escondi a moto e corri para o hospital. Foi nesse dia que o Godo teve o primeiro contato com ET e gnomos.... e aprendeu a se comunicar com eles, na língua deles, por que ninguém entendia nada do que ele falava!

 

SOBRE O PAULO CORAZZA

Esse é mais conhecido como Paulo Coragem. Acho que ele é Bipolar. Só pode! Enquanto dentista é dotado de uma tranquilidade e concentração invejáveis. Quando entra no seu jeep, o índio véio se transforma. Acelera com os dois pés, ignora a existência de freios. Não importa se o caminho é pela esquerda se é pelo lado direito que tem mais emoção. Não importa se há quem diga que o jeep deve andar com as quatro rodas no chão, se é muito mais emocionante ficar com as quatro rodas para cima (se não me engano foram 10X). Ele gosta tanto de velocidade... que comprou uma Vespa d’água daquelas mais modernas. Corre por terra, corre pela água... Não vou me surpreender se daqui a pouco ele comprar um avião de rosca!!

 

SOBRE O JÚLIO POLI

Também conhecido como Júlio Petiço. Esse não é Ateu, mas não acredita em arma penada e nem em arma empenada! Integrante de um grupo especial de segurança da Justiça, mantém sua arma sempre em condições de uso. Sempre diz que pelo menos uma das pistolas tem que funcionar. Então ele optou em cuidar daquela que se precisar tira vidas em detrimento daquela que faz vidas! Alega que já fez duas... e que não vê mais utilidade! 

 

SOBRE O VALDOVINO


Devido a seus dotes culinários ficou conhecido como Ratatouille dos Pampas. Mas também poderia ser chamado de Galo Véio... porque para destrinchar uma galinha e fazer um assado de galinha desossada não tem igual. Há quem prefira chamá-lo de Mestre Cuca.... Acho uma injustiça, pois ele não faz só cuca. Faz pudim, pão, carreteiro, revirado... e outras bóias. Poderia, então, ser chamado de Mestrebóia!... ou melhor, não! Vai que um desses putotes, em vez de chamar ele Mestrebóia, comece chamar de Mestrejibóia, Mestrejiboiola... ai vai ficar estranho! 

 

SOBRE O CASSIANO


O Cassiano é o mais capitão dos capitães. É bi-capitão. Isso porque ele passou no concurso de capitão da BM aqui na República Riograndense e também ali em Santa Catarina, estado do país vizinho Brasil! É também conhecido como ‘careca’ ou ‘panturrilha’. Dizem as más línguas que ele começou a ser chamado de careca porque não podia ver uma carequinha que já ia passando a mão. Outros contam que ele tinha complexo por conta dos ‘cambitos’ e ficava reparando nas panturrilhas dos professores de balé, digo, de academia. Portanto, por via das dúvidas, melhor evitar andar só de calção perto dele. Acho um absurdo, por conta desses deslizes, chamar ele de Capitão Gay. Além disso, ele vive participando de competições de tiro... então, melhor fingir que acreditamos que ele é Omenzinho! 

 

SOBRE O ZÉ AGNALDO 

 

Esse índio véio veio lá de Santa Maria. Relutou muito em aceitar o convite para participar da Pescanha. Disse que pesca lembra minhoca... e que de minhoca tem nojo! Mas, pelo que soube, o trauma se justifica. Quando guri, foi coroinha de uma paróquia cujo padre era muito mardosinho. Certa feita o padre achou que o sangue de cristo engarrafado estava prestes a virar vinagre – o que para ele seria um pecado – resolveu misturar o tal sangue de cristo com o seu próprio sangue. Tomou quase um garrafão de vinho.... e, aí sim cometeu pecado! Pobre Zé. Disse que na primeira carcada... saltou longe as bulitas dos zóios... tanto é verdade que ele alega que ficou com um pequeno problema de visão! Mas, de qualquer sorte, o trauma ficou! Segue com nojo de minhoca e com adoração por cobrão... Aliás, a adoração dele mesmo era pelo padre Pedro Cobrão, o mardoso! 

 

SOBRE O CHICO

 

Por encreça que parível, esse também veio de Santa Maria. Pensando bem... oh terrinha para produzir viadotes! Mas, o Chico, diferentemente do Zé Agnaldo... não traumatizou com o padre Pedro Cobrão. Gurizinho mais urbano, mais prevenido... cada vez que ia se confessar com o padre, para pagar a penitência levava um pote de vasilina. Por isso dizem que está com mais pregas do que o Zé. Acho que é por conta disso que o padre sempre chamou ele de Chicuzinho!.. vai saber. O chico tem tanto orgulho de que, apesar de tudo, mantém o rabo conservadote... que resolveu participar dessa exposição: http://vocevaivoltar.blogspot.com.br/2008/05/1-expocu.html Só não sei identificar qual é o dele... mas tem muita gente que sabe!

SOBRE O ANTÔNIO

 

Esse é cria de Ijuí. Metido a faz tudo... Dizem que ele foi metido desde pequeno! Não sei quem iniciou os trabalhos naquele corpo... se algum padre, pastor ou o padeiro – que gostava de sovar os gurizinhos daquela região. Mas o fato é que ele gostou da lida. Tanto que Deus, indignado, chamou o guri para ter um dedinho de prosa. Mandou o piá tomar um copo de um elixir e voltar dali sete dias. Passado sete dias, o guri voltou abatido, pálido... acabadaço mesmo. Deus perguntou: como passastes esses sete dias? O Antônio, quase sem forças, balbuciou: Deus, eu só fiz Dê Fê Ká! Isso mesmo, meu filho, então aprendestes para que serve a bunda! E... para que nunca mais esqueças do porque tens um cú... vou procurar sempre lembrá-lo! Promessa feita, promessa cumprida. Hoje o Antônio trabalha aqui na JF... e, assim como todos os servidores, tem uma sigla...e a sigla dele é justamente: DFK! Acho que por ora ele não esquece!

sábado, 14 de setembro de 2013

Pauta de Reuniões

O compadre Nilton sugeriu que eu encontrasse alguns assuntos interessantes para debater nas reuniões filosóficas regadas a lúpulo fermentado refrigerado e gaseificado. Segundo ele, são três assuntos principais:

1) ÓVNIS (Objetos Voadores Não Identificados, ou Ô Viado, Não Inventa Stória)
2) Extraterrestes (vida fora da terra, ou seres que vieram de outros planetas -- alguns estarão no acampamento)
3) Muié

Ps.: Ele ficou com vergonha de pedir três vezes sobre ETs, então eu sugeri o assunto número 3

Vou achar alguns links pro pessoal ver até onde vai a maluquice... hehehe

Régis

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Se foi a pescanha

JF de Passo Fundo (RS) proíbe índios de ocupar áreas rurais em Pontão

A Justiça Federal de Passo Fundo (RS) determinou, na quinta-feira (5/9), a reintegração de posse de uma área invadida e proibiu novas ocupações indígenas no município de Pontão (RS). A liminar foi deferida em audiência de conciliação convocada pelo juiz Rafael Castegnaro Trevisan, da 1ª Vara Federal, para tratar das ações ajuizadas pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Pontão, Sindicato Rural de Passo Fundo e por um produtor rural contra um grupo indeterminado de índios, duas lideranças e a Fundação Nacional do Índio (FUNAI).

No Termo de Audiência consta que a tentativa de conciliação mostrou-se inviável, mas ficou demonstrado que a área ocupada pertence aoagricultor. Para o magistrado, aargumentação de que a posse indígena não pode ser tratada como posse civil seria correta se os índios efetivamente vivessem no local. “Não é o que se tem no presente caso, em que, sem entrar no mérito da discussão de ser ou não a área indígena, há várias décadas inexiste posse indígena, sendo o ato de invasão apenas um instrumento de pressão, diga-se de passagem, ilegítimo e ilícito, destinado a pressionar o governo federal na execução de seu trabalho”. Trevisan deferiu liminar para determinar a reintegração de posse, estabelecendo o prazo de 30 dias para a desocupação, e que os índios não ocupem outras propriedades ruraisem Pontão. Ojuiz fixou multa diária de R$ 1.000,00 em caso de descumprimento. Cabe recurso da decisão parao TRF4.

Fonte: JFRS

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Adiantamento para o Valdovino

Jaguarada, vamos escrevinhar aqui quem já mandou o dinheiro pro Valdovino. Basta responderem a esse tópico, com o nome e o valor, assim:

Régis - 100,20

É só clicar no título "Adiantamento para o Valdovino" e depois escrevinhar onde diz "Postar Comentário".

domingo, 1 de setembro de 2013

Localização

Coordenadas do GPS

Pessoal, prá quem tem GPS, a coordenada do local é essa:

-27 57' 12,24000''
-52 34' 36,06000''

Prá quem não tem GPS, mas quer ver o local no Google, basta abrir o arquivo abaixo no Google Earth:



Regras

Regras Gerais da Pescanha

  1. proibido chegar bêbado (só pode sair);
  2. proibido pessoas humanas do sexo feminino (viado pode, tá fofão?);
  3. proibido tiro ao alvo em seres vivos e em movimento (só pode em disco voador);
  4. proibido pesca predatória (dourados ou pintados devem ser devolvidos ao rio... porque se tu pescou um desses...cê tá muiiito bêbado);
  5. proibido papos muito cabeça, tipo aqueles relacionados com experiências da 3ª, 4ª ou 5ª dimensões;
  6. proibido Natus Nobilis ou uísque de qualidade similar (tá, negrinho!);
  7. proibido deixar lixo no local (para resíduos alimentares já processados de consistência sólida haverá local apropriado para depósito - leva o teu próprio sabugo ou papel higiênico);
  8. proibido levar sombrinha (em caso de Precipitação Atmosférica Pluviométrica de qualquer intensidade aproveitar para o banho);
  9. proibido vomitar dentro das barracas;
  10. e, por fim, EXPRESSAMENTE PROIBIDO DESAFINAR NA HORA DO HINO NACIONAL RIOGRANDENSE.
  11. Regra adicionada pelo Nilton: proibido falar, gesticular, pensar ou fazer qualquer menção que envolva personas não gratas: GENRO! 
  12. Nova regra: expressamente proibido armas de fogo. Não se incluem como armas de fogo: fósforo, isqueiro, pederneira.