domingo, 27 de outubro de 2013

Zé Agnaldo

Bueno.
Vou fazer umas breves considerações sobre a "Pescanha 2013". Como sou novato e não participei das outras (dãh), então vou utilizar outras lidas campeiras que faço, como parâmetro.
Achei que tinha muito barro pra pouca chuva (ou seria muita chuva pra pouco barro);
Não trouxemos nenhum "dourado" pra casa ( Eu disse dourado e não mijado);
Só vi cachorro (não tinha nenhuma "dolly");
Rojão em porta de caminhão é covardia (pior que mijada);
Café da manhã somente com feijão mexido, queijo, salame, pão, chimia, morango e etc (tinha até achocolatado);
E pra concluir R$120,00 por 3 dias é um absurdo.

Enfim, como sou um homem esperançoso e confio nos amigos, estou disposto a ser convidado para o próximo "Pescanha", para ver se sai melhor organizado.

Mas falando sério, achei show de bola, MEUS PARABÉNS AO VALDOVINO, voltei uns 3kg mais gordo pra casa, ao PUTÃO DO NILTON,  e ao PUTOTE DO ELIAS ( não desmerecendo os outros) mas esses tres fizeram a diferença.
No mais, todos os participantes com suas contribuições e mijadas, só tenho a agradecer pelo excelente fim de semana.

VALEU GURIZADA!!!! Forte abraço.

Zè Agnaldo.

Fofão

Na realidade a minha seriedade se deu em razão de estar economizando o meu figado, por causa de uma esteatose hepática, que pode vir a se tornar uma cirrose, mas se Deus quiser isto passa.(não é doença contagiosa - passa de ir embora) Tentei me controlar, mas no sábado resolvi chutar o balde.
Só pra esclarecer, não houve nenhum stress entre eu e o negrinho. 
Ta tudo numa boa. 
Tanto ele, como eu sabemos que bom cabrito não berra. 
Claro que estou dormindo com um olho aberto (e não é o olho do cú).
Ele ter me chamado de putão dos infernos, é uma forma carinhosa dele expressar seu carinho e afeto por mim.
Pena que vcs não viram a cara e o desespero dele quando comecei a mija-lo (to escrevendo e to rindo). 
O atolador de Feliz, quase infartou rindo.
Pra mim tirando o chopp quente na sexta, tudo estava as mil maravilhas.
O Elias e o Nilton estão de parabéns pelo recanto que eles arrumaram pras nossas pescanhas.
Só pra informar, quero permissão pra ir acampar com a família lá.
Voltei no sábado, porque estava com dor de cabeça e garganta, e não iria ser uma boa companhia.

Valeu a parceria de todos.

Paulo "Fofão" Cavalcanti

Réplica do Nilton

Bueno,
O tri-compadre Régis, promovido de Ratão a Capivara - tem razão. Nessa pescanha tivemos duas pessoas que trabalharam de mais:
  1. o Elias que trabalhou de servente de pedreiro, mestre de obras, instalador de cobertura (e ajudando instalar a cobertura foi quando ele quebrou o dedo e cortou a verilha numa folha de zinco, aliás, segundo ele, só não decapitou o pinto porque tava pro outro lado);
  2. e o Alessandro Valdovido, o Ratatuille dos Pampas, que foi o “gerente” da pescanha: encomendou as camisetas, arrecadou as verbas, comprou os mantimentos (foi comprar em Sertão as carnes por ser mais em conta e com isso não deixar cara a pescanha) e, para completar, fez as bóias de comer rezando;

Claro, não foram só eles: o Cassiano, por exemplo, conseguiu o chopp mais barato e emprestou a metade dele do gerador (somos sócios no gerador – e acho que se eu tivesse levado apenas a metade não funcionaria); o Argentino (Diegão) que com o seu caminhão transportou grande parte da parafernália e, ainda, salvou o compadre Régis do afogamento (já pensou se esse diabo se afoga.... teríamos que interromper a pescanha para ir no velório)....

Mas, o importante é que cada um colaborou de sua maneira: o Zé Agnaldo com a sua animação; o Tonho com sua musicalidade; o Rafael com suas declamações quase boas; o pessoal de Feliz com suas felicidades; o corage com seu espírito desbravador; o Zico, o Lago e o corage com seu espírito aventureiro... arriscando destruir as camionetes; o Régis com sua viola e suas músicas que ninguém conhece mas todos curtem; a familia Boscardin com sua parceria e histórias de caçadas; Os irmão godos, o Mário, o Ronaldo... com as histórias do passado; o fofão com sua costumeira “viadagem” (putão dus infernos, bicha enrustida); os nativos (Elacir, Carlos... com sua parceria – o Elacir forneceu o porco carneado e aquela carne especial de sábado a noite), o companheirismo do Julio, Valdir, guto, gaiteiro... e tantos outros; a barbeiragem do Militão ao atolar o meu jeep. Enfim, todos colaboram de alguma forma.
Agora, podemos fazer algumas alterações para o próximo evento... Mas, não podemos abrir mão do Ratatuille dos Pampas no comando da cozinha. Eu já sabia da qualidade do fioton... mas, muita gente ficou impressionado com o gabarito do guri! Isso, faça sol ou faça sol... tem que permanecer inalterado.

Tenho dito, gaúchos e gaúchos de todas as querências.

Régis

Buenas pessoal,
Como todo mundo sabe que sou chato, vou falar as coisas que eu gostei e que não gostei na pescanha desse ano. E já tô pronto prá levar pedrada!
Em primeiro lugar, o lugar! O rio é muito bonito, o local foi perfeito, até demais! O galpão antigo já está muito bom, e vocês construíram ainda aquele pavilhão, que ficou melhor do que nós merecemos! Quando estiver bem pronto, não vai nem ter graça acampar. Parabéns pelo investimento, pelo esforço e pela recepção!
A turma desse ano, repetindo os malas das outras edições e acrescentando mais uns viventes, foi muito bacana! O Ronaldo, que segundo ele próprio é uma inutilidade em acampamento, já que não sabe cozinhar, fazer churrasco, fazer mate, fazer fogo, armar barraca, pescar, caçar, atirar, jogar pôquer, dirigir jipe, não bebe e não fuma, tava meio atrapaiado no começo, mas logo começou a desfiar as histórias de antigamente, e mostrou no que ele é bom: tem uma memória prá lembrar as besteiras que a gente fez a vida toda!
O pessoal de Feliz, que tava muito Feliz! Tão Feliz que quase acabaram com o chopps! E com o jipe do Nilton! Tinha os outros que eu conheço mas não lembro o nome! O gaiteiro fã do Mano Lima e que tentou diversas vezes declamar umas poesias seriamente, o amigo argentino que me resgatou do fundo do rio (só isso já dá uma história), o violeiro que sabia tudo de pôquer, e até o Mário (que Mário?), amigo velho não tão velho que ainda não tinha participado das pescanhas!

O Júlio sempre pronto a cortar repolho, Valdir e seu Renault meio cego (não enxergou a camionete, o barranco e o galpão). O Elias levou até o fuzil de pressão... O Zé Agnaldo então... revelou-se coreógrafo, showman, animador de torcida, cantor, jogador de pôquer. Os amigos da civil que eu não vou lembrar o nome agora (Rafael e... ). E o Paulo Corazza, assistente sênior de reboque de viaturas em dificuldades.

Os outros eram tudo pescanheiros veteranos, Capitão Cassiano sempre camuflado prá guerra, Cristiano e sua engenhoca de assar porco inteiro, o mestre Valdovino que dessa vez caprichou tanto na bóia que até agora tô com vontade de fazer um carreteiro. Godo com o copo de chopp vulcanizado na mão, o kiki meio desarvorado porque a muié deu um pé na bunda (literalmente).
E os compadres Fofão e Nilton, que depois que anos se namorando, se desentenderam por uma mijadinha de nada... Aliás, o compadre Fofão tava tão sério no primeiro dia que todo mundo achou que estava doente. Foi só fazer uma caipirinha com morango de Bom Princípio que o advogado tigre incorporou a mulher maravilha e desandou a fazer besteira. O Nilton, que ainda tava de ressaca, não gostou e deu merda. Ou melhor, deu mijo.
O que eu não gostei da pescanha? Alguns parceiros não puderam chegar no primeiro dia (eu entre eles), outros não puderam ficar até o domingo, perderam a noite de sábado que foi a melhor janta dos últimos tempos. E o chopp tava mais gelado no sábado!
Talvez a gente possa acertar melhor no ano que vem em um feriado, prá realmente conseguir ficar os três ou quatro dias que a pescanha merece! Também a gente podia dividir melhor as tarefas, o Valdovino ficou praticamente sozinho com a responsabilidade de comprar os mantimentos, as camisetas, organizar o caixa, e ainda fazer a comida.
Mas a pescanha é isso mesmo, um monte de marmanjo se reunindo prá beber, contar história, beber, comer churrasco, beber, pescar uns lambaris, beber, dar risada, beber, jogar carta, beber...

Com certeza estou esquecendo de alguém, mas é que na segunda garrafa de cabernet as idéias começam a embaralhar...
Régis

Nilton


Gurizada,

Gostaria, antes de tudo, de agradecer a participação de todos (pescanheiros veteranos e novatos), mas, especialmente, ao meu amigo Elias que se empenhou muito – trabalhou mais que burro emprestado - para conseguirmos realizar o evento e, por conta de alguns contratempos familiares, não pode estar presente em todos os momentos da pescanha.
Essa foi, sem dúvidas, dos quatro eventos já realizados, o que teve maior participação (maioria de novatos).
Aqueles que participaram do evento pela primeira vez já puderam ter uma ideia de como foram os outros. Senão vejamos:

1.      O negrinho tomou todas no primeiro dia e passou os outros dias tentando se recuperar;☺
2.      O Régis Re-comprovou ser cruza do Mister Magoo e Mister Bean (e agora descobrimos ascendência de capivara); ☺
3.      Teve revelação de talentos musicais, piadistas e declamadores (mais a participação do artista global – marido da Percéfani); ☺
4.      Revelação de piloto off road (que consegue atolar o jeep em 5 segundos); ☺
5.      Teve tombos e carros atolandos; ☺
6.      Teve o Ratatouille dos Pampas arrasando nas bóias (denovo); ☺
7.      Teve crianças velhas brincando no barro com brinquedos grandes e caros; ☺
8.      Teve a participação do simpático “guapo”; ☺
9.      Teve toda a parafernália do fofão;
10.  Teve momentos memoráveis e momentos para serem “deletados”; ☺

Bueno, foram tantas coisas boas que daria para fazer um livro. Mas, o mais importante foi a satisfação de rever amigos, tomar uns tragos (no meu caso uns quantos tragos) em boa companhia, comer bem, rir muito e ficar livre do estresse por um bom tempo.

Valeu gurizada. E... para aqueles que gostaram e quiserem rever os amigos: até a Pescanha 2014!!

Negrinho (e antes que algum egraçadinho faça... eu mesmo faço: Negrinho, agora seco... mas ainda fedendo a mijo!!)

terça-feira, 8 de outubro de 2013

Como chegar

Buenas,
            Para garantir a chegada:
  • Chegando no trevo de acesso a pontão/carazinho (a BR285 passa por baixo do acesso a Pontão) podem zerar o odômetro e seguir em direção à Pontão. 


  • Sigam 21km desse trevo (que passa sobre a BR285) até chegar ao acesso que tem uma plaquinha indicando “Arvoredo” (bem nos silos que tem à direita) CUIDADO: esses 21km tem muitos, mas muitos buracos – quem sabe estejam tapados até lá...;




  • Então, saiam do asfalto entrando a direita na estrada de chão (no total andarão mais 16Km). A uns dois quilômetros depois que saíram do asfalto a estrada principal fará uma curva acentuada a esquerda – tem uma placa Granja Cendron – sigam pela principal, ou seja, façam a curva e NÃO sigam reto (estradinha menor);



  • Depois dessa curva é só não sair da principal. Irão passar ao lado da comunidade chamada SAGRIZA (passarão pela esquerda da comunidade). Depois dessa comunidade, acho que dará mais uns 3km até o acesso a PESCANHA – entrar a direita (tem um pinheiro e uns eucaliptos bem no acesso – propriedade do JOÃO GALERA);


  • Se você chegar na ponte... é porque tu passou do acesso. Terá que voltar uns 800m e, voltando, o acesso será a esquerda. 

Chegando no acesso – propriedade do João Galera – passarão entre um Galpão e a casa dele... desçam uns 800m até o acampamento.

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

TRF-4 mantém suspenso abate de javalis em SC



O TRF da 4ª Região negou recurso do Ibama e manteve a suspensão do abate de uma fêmea de javali e sete filhotes pertencentes a um morador de Santa Catarina.
O dono dos animais ajuizou mandado de segurança na Justiça Federal de Florianópolis (SC) após o Ibama apreender os javalis e autuá-lo por introduzir espécie animal exótica no país, sem parecer técnico oficial e licença expedida pela autoridade competente. Segundo o Ibama, "os javalis são espécies invasoras com alto potencial de causar danos aos animais nativos e domésticos e também a lavouras".
O autor alega que não teve oportunidade de defesa e que os bichos não são javalis e sim uma mistura de porcos comuns com porcos do mato. Ele também sustenta que é pobre e com baixa escolaridade, tendo os animais para a sua sobrevivência. Explica que é diarista e os cria para sua alimentação.
Após sentença mantendo o auto de infração, mas suspendendo o abate, proferida pela Vara Federal Ambiental de Florianópolis, o Ibama recorreu, insistindo haver caráter predador do animal. O relator do processo, desembargador federal Luís Alberto d’Azevedo Aurvalle anulou a sentença, entendendo que a decisão extrapolou o pedido do autor.
O acórdão ressaltou que o mandado de segurança só é possível com a existência de prova pré-constituída, o que só seria possível se tivesse havido processo administrativo com direito de defesa do autor. O relator determinou que seja instaurado processo administrativo e, conforme a decisão, o proprietário então busque a Justiça. Os animais deverão permanecer vivos até a conclusão do processo administrativo. (Proc. nº 5023573-44.2012.404.7200).

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Ponto de chegada

Pessoal,

Prá quem ainda não conhece, esse é o ponto de entrada da Pescanha

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Casa do Seu João

Régis