segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Prolegômenos

A Pescanha - reunião de velhos amigos ao pé de uma fogueira gaúcha regada a muita conversa, muita bóia campeira e um pouquito de canha - surgiu como com o objetivo de resgatar histórias e estórias que marcaram época. Evento restrito aos homens – únicos seres inteligentes que nutrem amizade verdadeira (lembram da piadinha onde duas peruas se encontram na rua e rasgam elogios mútuos... quando se afastam tratam de remoer a inveja e destacar os defeitos uma da outra. E.. os homens, quando se encontram, chamam um ao outro de FDP, viado.... putote. Quando se afastam, pensam: esse cara é dez... que cara gente fina... esse aí é meu irmãozão!). Pois bem, pelas descrições de muitos dos participantes concluirás que se tratam de viadotes. Mas, gostaria de deixar claro que não tenho nenhum amigo viado – pelo menos não desses que dão a bunda. E, antes que algum engraçadinho venha querer me deixar mal... eu mesmo faço: eu não tenho nenhum amigo viado porque não gosto de concorrência! (autofecundação – se é para me ferrar... eu mesmo faço). Mas, em resumo: a Pescanha é, como bem definiu o compadre Régis, a maior junção de bêudos sem-noção da República.

Um comentário:

  1. Para produzir este texto, foi junto de uma garrafa de vinho ou algum gnomozinho? kkkk. Muito legal o texto.

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