domingo, 27 de outubro de 2013

Réplica do Nilton

Bueno,
O tri-compadre Régis, promovido de Ratão a Capivara - tem razão. Nessa pescanha tivemos duas pessoas que trabalharam de mais:
  1. o Elias que trabalhou de servente de pedreiro, mestre de obras, instalador de cobertura (e ajudando instalar a cobertura foi quando ele quebrou o dedo e cortou a verilha numa folha de zinco, aliás, segundo ele, só não decapitou o pinto porque tava pro outro lado);
  2. e o Alessandro Valdovido, o Ratatuille dos Pampas, que foi o “gerente” da pescanha: encomendou as camisetas, arrecadou as verbas, comprou os mantimentos (foi comprar em Sertão as carnes por ser mais em conta e com isso não deixar cara a pescanha) e, para completar, fez as bóias de comer rezando;

Claro, não foram só eles: o Cassiano, por exemplo, conseguiu o chopp mais barato e emprestou a metade dele do gerador (somos sócios no gerador – e acho que se eu tivesse levado apenas a metade não funcionaria); o Argentino (Diegão) que com o seu caminhão transportou grande parte da parafernália e, ainda, salvou o compadre Régis do afogamento (já pensou se esse diabo se afoga.... teríamos que interromper a pescanha para ir no velório)....

Mas, o importante é que cada um colaborou de sua maneira: o Zé Agnaldo com a sua animação; o Tonho com sua musicalidade; o Rafael com suas declamações quase boas; o pessoal de Feliz com suas felicidades; o corage com seu espírito desbravador; o Zico, o Lago e o corage com seu espírito aventureiro... arriscando destruir as camionetes; o Régis com sua viola e suas músicas que ninguém conhece mas todos curtem; a familia Boscardin com sua parceria e histórias de caçadas; Os irmão godos, o Mário, o Ronaldo... com as histórias do passado; o fofão com sua costumeira “viadagem” (putão dus infernos, bicha enrustida); os nativos (Elacir, Carlos... com sua parceria – o Elacir forneceu o porco carneado e aquela carne especial de sábado a noite), o companheirismo do Julio, Valdir, guto, gaiteiro... e tantos outros; a barbeiragem do Militão ao atolar o meu jeep. Enfim, todos colaboram de alguma forma.
Agora, podemos fazer algumas alterações para o próximo evento... Mas, não podemos abrir mão do Ratatuille dos Pampas no comando da cozinha. Eu já sabia da qualidade do fioton... mas, muita gente ficou impressionado com o gabarito do guri! Isso, faça sol ou faça sol... tem que permanecer inalterado.

Tenho dito, gaúchos e gaúchos de todas as querências.

Nenhum comentário:

Postar um comentário